O efetivo do dia vem da portaria, sem ninguém digitar de novo. Clima, atividades e ocorrências entram com foto, no celular, no canteiro. Fechado o dia, o diário vira documento: corrigir só por retificação, que fica registrada ao lado da versão anterior.
Funcionalidades pensadas pra resolver dor real da construção civil.
Clima dos três turnos, pluviometria, turno perdido e dia improdutivo. O critério de chuva é o do seu contrato, não do sistema.
O número vem do controle de acesso: total, próprios e por prestadora. Se a catraca não registrou ninguém, você declara e justifica.
Atividades por setor e frente, ocorrências do dia e foto pela câmera de trás do celular, com legenda.
Fechar grava quem fechou, quando, e um resumo do conteúdo. Daí em diante o diário não é mais editável.
Corrigir um dia fechado cria uma nova versão com motivo obrigatório. A versão anterior continua lá, do lado.
PDF do dia com as fotos e o bloco de assinaturas para a fiscalização. O mês inteiro sai num ZIP para mandar ao contratante.
Fluxo direto, sem ferramenta paralela ou planilha solta.
O calendário da obra mostra o que está em rascunho, fechado, sem diário ou paralisado.
Manhã, tarde e noite. Praticável ou paralisada, com o motivo e os turnos perdidos.
Setor, frente e descrição. Atraso, impedimento, acidente, visita.
Pela câmera do celular. O rascunho fica salvo no aparelho se a conexão cair no meio.
Quem tem permissão fecha — o supervisor preenche, mas não fecha. O efetivo é congelado dentro do documento.
PDF do dia, ZIP do mês ou os relatórios do período em PDF e CSV.
Conheça os perfis que mais ganham com esse módulo.
Preenche o dia no celular, no canteiro. Se o sinal cair, o rascunho não se perde.
É quem fecha o dia. Vê o mês inteiro e a aderência ao diário no painel.
Recebe o PDF do dia ou o mês inteiro, com o livro de obra numerado.
Cobrança por obra ativa. Hardware em comodato quando aplicável.
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